Quem Somos

 

O Faz Muito Bem

Este espaço nasceu de um sonho: de falar, refletir, conversar sobre o universo da longevidade! Como viver, além de mais tempo, melhor! Como manter a qualidade de vida e aproveitar a experiência que vamos adquirindo com o tempo.

Mas, ao longo dos últimos anos, a questão do (escasso) mercado de trabalho para pessoas com mais de 50 anos de idade foi ganhando destaque aqui e nas mídias sociais em que o Faz Muito Bem está presente.

Não bastasse os planos de aposentadoria precários brasileiros, a implosão da Previdência Social frente ao volumoso índice de pessoas idosas (e aposentadas) no país, ainda há discriminação e preconceito fortes contra a idade avançada.

Por isso, decidi – após receber inúmeras mensagens, relatos e desabafos de jornalistas, advogados, médicos, engenheiros, professores, entre outros setores – reformular meu portal na web, após três anos de atuação, fazendo do Faz Muito Bem um espaço para acolher as necessidades emergentes dos que já aniversariaram os 50!

O Faz Muito Bem, a partir de agora, fomenta:

  • – a troca de experiências
  • – a valorização da idade
  • – a valorização da experiência profissional e de vida
  • – incentivo a empresas para acolherem pessoas com mais idade
  • – incentivo a novos negócios, cooperativas, economia compartilhada
  • – incentivo ao mercado de trabalho, de produtos e serviços para o público acima de 50 anos
  • – publicação de currículos de pessoas com mais de 50 anos
  • – publicação de vagas de empresas para pessoas com mais de 50 anos
  • – promoção da saúde e do bem estar
  • – reflexão, conceitos e práticas em prol da dignidade e do bem estar para pessoas acima de 50 anos.

*** O site Faz Muito Bem e suas mídias sociais, bem como o espaço da Tv Faz Muito Bem 50+ é uma ação da empresa Faz Muito Bem, e está sempre se reformulando, evoluindo e ampliando, e conta com a participação e apoio diversos: pessoas, profissionais, entidades, empresas, instituições, governos, ongs e de todos que se interessem por esta causa: longevidade e felicidade. Sejam muito bem-vindos!

 

Pinceladas de minha trajetória.

Defino-me como sonhadora…

Fiz jornalismo. Mas, aos 15 anos, já estava numa redação de jornal, a Folha de Londrina, no norte paranaense, seguindo os passos de minha irmã, Regina Menezes.

Assumi, por longo período, um suplemento semanal impresso, a Folha da 6a, sob anuência de Walter Macarini. Um simples acaso – minha gravação em vídeo, de um piloto de programa experimental e local – levou-me, em uma semana, ao posto de apresentadora de telejornal da Rede Paranaense, afiliada da TV Globo em Curitiba, a convite do superintendente J. J.

Glorinha Beuttenmüller, responsável pelos cursos de reciclagem nas afiliadas da Globo pelo país, certamente teve papel importante no convite de Woile Guimarães, diretor de Jornalismo, após o qual passei a atuar na redação e também apresentar o telejornal da Globo em São Paulo.

Foi um importante passo profissional de meu interesse: pautar e fazer reportagens sobre saúde, descobrir nuances do segmento, divulgar desafios, agravos e dar visibilidade às práticas e soluções nessa área. Que demandou-me um conhecimento cada vez mais aperfeiçoado.

Aprendi muito. Conheci pessoas incríveis, mestres, processos. Enriqueci o currículo também através das TVs SBT, Cultura e Bandeirantes, além de veículos impressos como Vejinha, Jornal da Tarde e O Estado de São Paulo. Sem esquecer de experiências realizadoras em agências de propaganda como a Detroit, do grupo Talent, do saudoso Rubens Ribeiro, e de ter atuado com o saudoso e inesquecível Professor Flávio Toledo, num projeto pioneiro de Responsabilidade Social Empresarial.

E foi há quase 25 anos que, munida da ousadia jovem, comecei a solidificar e amadurecer minha trajetória em comunicação e educação em saúde e cidadania. A fundação da Aguilla consolidou-se no projeto Saúde Brasil que, mais tarde, ganhou tal projeção que conseguiu vida e virou uma nova empresa.

Bons tempos estudando os meandros da saúde pública e privada, participando de congressos, entrevistando médicos e profissionais de excelência em saúde, gravando em núcleos de referência, conquistando fontes seguras e privilegiadas, lançando premiações e concursos em oncologia, aids e junto às faculdades de medicina do País, implementando ações educativas em escolas, unidades de saúde, ajudando a fortalecer o papel das ongs na saúde e disseminando informações e orientações a população por meio de programas de televisão, publicações e eventos. Adquirir conhecimento nesse processo, e envolver-me pessoalmente nele, de corpo e alma, foi natural e fundamental.

Uma riqueza da qual me orgulho: as oportunidades para meu crescente envolvimento em causas e ações junto a hospitais, sociedades médicas, ongs, conselhos, órgãos regulatórios, instituições governamentais, associações de classe, empresas do setor, núcleos de ensino e qualificação…

O final de meu casamento significou também o momento de desligar-me da empresa, afinal, já em sua maturidade de conteúdo.

Não há final nem moral da história: de acordo com meus códigos de conduta, agora é a hora exata de aprender mais sobre o que não sei, e contribuir nesta nova causa que é minha, pode ser a sua e é de cada vez mais gente: como aprender mais quando já se sabe tanto? De outro jeito? Melhor? Com reinvenções, paixão e motivação?

Como colocar-se no centro da vida, quando os ensinamentos passados dizem que a hora é de se acomodar, mas o presente acena que “o melhor lugar do mundo é aqui e agora” e que vem festa boa pela frente?

Minha resposta vai ser coletiva: comigo mesma, com vocês e com minha nova empresa, que traz no nome a intenção ambiciosa dos nossos por quês? e porquês: FAZ MUITO BEM.

Tenho clareza de que nada nasce pronto e de que temos, sempre, a oportunidade de rever, reciclar e reinventar para fazermos o bem individual e coletivo!

Obrigada por me receber: esta sou eu, Lina Menezes

Lina Menezes – linamenezes@fazmuitobem.com

 

Regras

O site Faz Muito Bem objetiva multiplicar informações para a população em geral respeitando legislações, comunidades e buscando contribuir para a promoção da qualidade de vida. Os informes sobre saúde também respeitam a comunicação ética e a legislação do segmento, sem querer dispensar e/ou substituir consultas e orientações médicas e profissionais de saúde.

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