Quem muda a eleição 2018????

 

Caramba! Vou insistir! É fundamental que as plataformas dos políticos em todas as instâncias prevejam planos e metas sérios para ajudar a resolver os desafios da longevidade.

Ou seja, quem não pensar efetivamente em ações para atender as nossas necessidades (das pessoas mais vividas, com mais idade) – trabalho, emprego, renda, saúde, reeducação para novas profissões e ocupações, lazer e cultura, habitação, ilpis, centros dia, centros de convivência, entre tantos outros focos, corre o risco (ainda bem!!!) de perder a eleição.

Afinal, vejam os dados segundo TSE: tem voz o público mais experiente!

Semana passada participei de uma mesa redonda ouvindo queixas e sugestões. Tinha na mesa todas as faixas etárias dos maiores, de 40 a 90 anos.

E pasmem: muita gente de 70, 80 anos já fez até a biometria para votar!

Tomara mesmo que a gente, que já viveu um bocado (e é resiliente), não desista, insista em querer um país mais igual, mais digno.


(tabela TSE, julho 2018, Brasil – que me foi enviada pelo querido amigo antenado Willians Fiori)

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