Fundamental cobrir saúde com precisão!

Não posso deixar de me manifestar ao me deparar com essa reportagem!

Ainda q a história seja triste e necessita apuração da Justiça e Polícia, importante um esclarecimento: eutanásia é citada equivocadamente pelo repórter.

Eutanásia não é cometer assassinato. Liberada em alguns países e proibida no Brasil é a prática pela qual se abrevia a vida de um paciente incurável (terminal ou não), a seu pedido e em razão do seu insuportável sofrimento, de maneira controlada e assistida. O ato que causa a morte é praticado por um terceiro – definição da Justiça e do Conselho Federal de Medicina.

É importante saber também diferenciar: não é como a Distanásia que é a continuação (ou prolongamento), por meios artificiais, de um tratamento ou de uma medicação que visa manter vivo, a qualquer custo, um paciente incurável. Isso ocorre cada dia mais em função dos avanços tecnológicos na Medicina, prolongando o sofrimento.

E Ortotanásia que é deixar a morte ocorrer em seu curso natural, sem intervenções extraordinárias.

Q se apure rigidamente a atitude do médico em Minas!


E que nós, jornalistas, ao cobrirmos assuntos no universo da saúde saibamos da importância de nos prepararmos adequadamente. Ao utilizarmos termos da saúde de forma equivocada ou errônea podemos causar um desserviço junto à população, quando não gerar retrocessos no campo de direitos à saúde, direitos do paciente, direitos à dignidade da vida.

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