#amigostudodebom

Amigos.

Tem aqueles, antigos, que um dia conhecemos e por vezes, depois de longos anos, reencontramos. E é como se nada tivesse mudado. As afinidades permanecem. E o sentimento de acolhida, idem.

Tem os novos, que angariamos nas novas trajetórias. Na parceria no trabalho, no banco do estudo e da reciclagem, na fila do cinema, na poltrona do teatro, na casa de amigos. Esses podem perdurar e passar a fazer parte de encontros frequentes. Ou não.

Tem os amigos do face, muitos que nem conhecemos pessoalmente. Mas nos agradam. Nos provocam curiosidades.

Tem outros que cumprem um papel num determinado momento da vida da gente. Não são nem mais, nem menos importantes que os demais. Surgem e se vão com o vento após missão específica. Às vezes deixam saudades. Noutras se desmancham em nuances de uma memória vivida.

O que faz muito bem é ter amigos. Cultivá-los. Plantar novos. Construir relações. Experimentar. E estar, cada dia mais flexível a um novo olhar. Menos rígido. Menos treinado. Mais generoso.

 

 

 

 

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