Aids: um grande desafio

 

Uma doença que faz vítimas em todas as classes. Negligenciada ainda por muitos.
Os jovens que não vivenciaram o início da epidemia, quando a doença era uma sentença de morte, abusam da sorte.
Costumam fazer sexo sem proteção.
Outro público que muito me sensibiliza é o que compõe as pessoas com mais de 50, 60 anos de idade e que, ao ganhar mais tempo de vida (está aí o último senso do IBGE mostrando a longevidade), experimenta, cada dia mais, novos relacionamentos.
Muitos, inclusive, se utilizando dos APPs que promovem encontros nesta era digital. E, por inúmeras razões, acabam fazendo sexo sem preservativo.
Temos ainda um grande número de homens e mulheres, acometidos pela doença, e que envelhecem com ela. Não raro, alijados de uma sociedade preconceituosa.
 
Falar sobre sexo e sexualidade ainda é para poucos.
Abordar formas de prevenção também não é papo corriqueiro.
Por vergonha ou ignorância, o teste de HIV ainda sobra nas prateleiras.
Creio que precisamos falar mais sobre temas como este, com naturalidade e aprofundamento.
É um processo educativo, no qual, precisamos rever valores, hábitos e quebrar alguns paradigmas.

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